quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tatuagem Literária: Alice no País das Maravilhas

Mais uma coletânea de tatuagens maravilhosas, difícil escolher a mais bela, mas com certeza a mais impressionante é a última, uma paisagem inteira nas costas. Amei *___*. Mas não teria coragem, pelo menos ainda não, rsrs
Alice é uma personagem lindinha, tão fofa quanto forte. Quer dizer eu acho, já que só conheço as versões cinematográficas, preciso criar vergonha e ler essa obra prima, prometo que esse ano, eu quito esse débito com a literatura mundial. Palavra de escoteira.
E aí, vamos as tatoos:


Via: Pinterest

sábado, 21 de dezembro de 2013

Meu Primeiro Book Tour: Presságio, O assassinato da Freira Nua



Já faz algum tempo que vejo em alguns blogs o tal de Book tour, que é quando um autor para divulgar seu livro faz uma "turnê" da obra, passando ele pelos blogueiros interessados.

Nunca participei, até dar de encontro com o Book Tour do livro Presságio, O assassinato da freira nua do autor Leonardo Barros. O livro me chamou a atenção por unir dois temas que eu amo de paixão: investigação/suspense e sobrenatural com vidência, ou seja tem uma temática super interessante.(Sem contar que o título é muito instigante)

O Book trailer foi o que me convenceu que eu não podia perder essa, para quem quiser conferir:




Livro: Presságio - O Assassinato da Freira Nua- 224Páginas
Autor: Leonardo Barros
Editora: Novo Século
Sinopse:Alice tem 26 anos e, desde a adolescência, é atormentada por presságios. Desacreditada por psiquiatras, ela é considerada psicótica, até que uma de suas visões a possibilita desvendar um misterioso homicídio. A polícia atribui a autoria do crime ao Beato Judas, um assassino serial de freiras, mas a descrição do suspeito não se parece em nada com o homem que ela viu em sua premonição. Agora, Alice terá de correr contra o tempo para provar que não é louca e para evitar que o assassino faça uma nova vítima. Suspense, misticismo e sensualidade se misturam neste fantástico thriller policial que parece ter a capacidade sobrenatural de manter seus leitores alucinados da primeira à última página.




quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tatuagem Literária: Harry Potter

Estou morrendo de vontade de fazer uma tatuagem e fiz uma pesquisa por tatuagem literárias, já escolhi a minha, logo faço e posto foto. (não é nenhuma dessas, mas vais ser linda *___*)
Escolhi essas do Harry Potter para abrir a galeria.
E aí, preparados?



Via: Pinterest

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Resenha: Deixe a Neve Cair






Livro: Deixe a Neve Cair – 336 páginas
Autores: John Green, Maureen Johnson, Lauren Myracle
Editora: Rocco Jovens Leitores



O livro é uma coletânea de 3 contos de autores diferentes, o único que eu já conhecia era John Green, e ainda assim foi o primeiro livro que eu li dele.

A história do livro se passa durante uma nevasca na véspera e no dia do natal, que acaba mexendo com a vida de muitas pessoas, promovendo encontros, desencontros e aventuras inimagináveis.
O livro fala principalmente de esperança, cada linha é recheada de recomeços e segundas chances

E apesar de cada história ter um personagem principal diferente, as histórias se completam, se cruzam e confesso muitas vezes emocionam.

O primeiro conto: O Expresso Jubileu (Maureen Johnson) É a história de Jubileu, uma garota divertida, que tinha o natal bem programado, mas que por causa de uma confusão, acaba num trem e quando este fica preso acaba entrando em algumas aventuras, descobrindo algumas coisas sobre si mesma e sobre sua vida amorosa que não é tão perfeita quanto parece, è de longe o conto mais divertido, Jubileu é muito engraçada e carismática. As situações são fofas e a torcida por um final feliz era bem forte.



O segundo conto: O Milagre da Torcida de Natal(John Green) Uma disputa para quem chega primeiro, Tobin e seus amigos embarcam numa aventura em meio a neve, para fazer companhia para as líderes de torcida que desceram do trem, e estão passando um tempo numa lanchonete. O começo foi uma leitura um pouco difícil para mim, e estava crente que eu não ia gostar da escrita de John Green (o que seria horrível, já que ouço tão bem dos livros dele) Mas a história desenrolou de uma maneira bem satisfatória, e eu gostei muito do final (principalmente do final,  JP, ri muito.)





O terceiro conto: O Santo padroeiro dos porcos (Lauren Myracle) Foi um pouco menos romântico, tratou mais do crescimento da protagonista,
Addie é uma garota que vive em crise, e depois de cometer um erro tem que lidar com que as pessoas pensam dela, sua aventura é trazer o Gabriel (o porco, não o anjo) até sua amiga, e provar que não é egoísta, e essa tarefa que parece fácil, acaba fazendo com que ela entre em contato não só consigo mesma mas também com pessoas que passaram pela sua vida, agora lançando um novo olhar sobre elas. Addie só quer uma segunda chance, ainda que acredite que não mereça.


Recomendo para quem quer uma leitura fácil e rápida, sendo ao mesmo tempo sensível e cheia de milagres de natal.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Resenha: Fahrenheit 451





Livro:  Fahrenheit 451 – 216 páginas
Autor: Ray Bradbury
Editora: Editora Globo

Essa resenha faz parte do desafio literário 2013, mês de Novembro, tema: livros Banidos.

Escolhi esse livro, por que fiz um teste intitulado que livro de ficção científica você seria, o meu resultado foi esse:


Quem quiser fazer o teste: AQUI

 E como ele foi banido, achei que ele seria perfeito para esse mês

“ Fahrenheit 451 ” – Ray Bradbury publicou o romance, em 1953, narrando uma sociedade em que um governo totalitário mandava queimar todos os livros do mundo. Ironicamente, esse foi mesmo o destino de alguns exemplares de “Fahrenheit 451”. Desde a época do lançamento até hoje, o título figura na lista de livros banidos em algumas bibliotecas do mundo por fazer referência ao consumo de drogas e violência. “ Daqui

Devo começar falando que minhas expectativas eram bem altas, ao mesmo tempo em que eu não conhecia quase nada da história, aliados esses dois fatores resultaram numa sensação muito esquisita enquanto eu lia. Ao mesmo tempo em que eu achava interessante eu percebia que nada desenrolava como eu havia imaginado. O resultado foi positivo por que aconteceu uma quebra de linha de pensamento que me levou por caminhos que eu não imaginava.

Guy montag é um bombeiro, que depois de conhecer uma garota interessante e curiosa se encontra em uma encruzilhada, as decisões que toma levam sua vida para um desfecho inesperado. Tomar uma decisão profunda num mundo superficial o leva por um caminho extremamente perigoso, mas que se torna ironicamente sua salvação.

Suas ações, partem da única decisão de não ser mais o mesmo, de não ser mais um no meio de uma multidão ora mergulhada na inércia do tédio, ora irada, atravessando sem rumo, e provocando atos violentos e insanos.

Ser um leitor, tanto para Guy quanto para qualquer um de nós, é mais do que traduzir formas
Um dos momentos mais angustiantes, me identifiquei.
impressas em palavras, é transpassar as ideias de um autor para sentimentos e ações pessoais. É conhecer mundos diferentes que vivemos e ao mesmo tempo criar uma bagagem única.

O livro é interessante, a crítica é muito atual, num mundo dominado por BBBs e afins, com jornalismo imparcial e alienador, e uma mídia que entorpece ( A gente vê por aqui.). Um livro é capaz de mudar, instigar, assim como aconteceu com Montag.

O caminho por onde trilham as linhas de um livro nos levam a uma jornada sem volta por nossas próprias percepções do mundo. Enquanto a TV é unilateral, o livro é um diálogo entre o autor e nossas vivências.

“É o belo lado da morte, quando não há nada a perder, aceita-se correr todos os riscos”