Mostrando postagens com marcador Clássico Mundial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clássico Mundial. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de março de 2014

Game of thrones e cordel, mistura inusitada.

Completando o título: inusitada...e simplesmente perfeita.

O ilustrador M Steffens se inspirou em xilogravuras nordestinas para a literatura de cordel e criou pôsteres com os personagens do livro nesse estilo.

As figuras ficaram lindas e encantadoras.

Mas afinal o que é literatura de cordel? Segundo a Wikipédia: Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas (...) Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas.

Não conheço, mas me interessei, tanto pelo livro Guerra dos tronos quanto pela literatura de cordel nordestina, e vocês?



Créditos: Imagen retirada DAQUI
Outras gravuras do ilustrador á venda AQUI

sábado, 22 de março de 2014

Resenha: E Tem Outra Coisa...


Livro: E TEM OUTRA COISA... - 368 páginas
Autor:  Eoin Colfer
Editora: Arqueiro 

Sinopse: (Skoob)Com a morte de seu autor, Douglas Adams, parecia absolutamente improvável que Arthur Dent, Ford Prefect, Tricia McMillan e Zaphod Beeblebrox voltassem a aprontar, depois de tantos anos perdidos no espaço, sem que ninguém tivesse notícia deles.
Mas, como a improbabilidade é o que move o universo de Adams, eis que surge Eoin Colfer para resgatar nossos heróis e metê-los em confusões ainda mais alucinantes ao lado de vogons, peixes-babel, deuses desempregados, computadores irascíveis e alienígenas que dedicam sua imortalidade a ofender todos os seres do Universo.


O livro E tem outra coisa... é o sexto volume da série O mochileiro das galáxias, ele é meio independente pois foi escrito por um autor diferente dos outros cinco volumes da série.

O livro tem umas boas sacadas, os personagens são tão peculiares que em qualquer situação, mesmo, aquelas inacreditavelmente inverossímeis,  acabam se tornando protagonistas de cenas clássicas e divertidas.

Até acho que o autor captou bem os trejeitos dos personagens, e o desdobramento da história foi interessante, e as notas do guia do mochileiro das galáxias deram um toque de humor leve e até mesmo didático.

Mas... acho que ficou devendo no quesito ironia. A fina ironia de Douglas Adams. Parece que Eoin não entendeu algumas ironias sutis de Douglas. E acabou utilizando certas diretrizes dos livros originais de maneira um pouco equivocada. E isso acabou tirando um pouco da graça do livro pelo menos para mim.

Senti falta do Marvin, acho que ele poderia ter “ressuscitado” ele é o personagem mais emblemático e carismático, é eu sei, meio irônico

Gostei da Random, meio que um Marvin orgânico, um pouco mais desbocado e menos gracioso, mais ainda assim deprimente, rsrsrs

Conclusão: Li, gostei mas poderia ter permanecido facilmente só com a trilogia de cinco. Essa sim, um clássico de todas as formas possíveis e em todos os universos paralelos.

E não se esqueçam se decidirem dar uma chance ao livro, lembrem-se da toalha e Não Entre em Pânico.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Resenha: Os Sofrimentos do Jovem Werther




Livro: Os Sofrimentos do Jovem Werther - 180 páginas
Autor: Johann Wolfgang Von Goethe
Editora: L&PM

É um livro em forma de cartas, escritas por Werther, onde ele conta suas desventuras no amor, entre outras pequenas histórias bucólicas.

Ele conhece Charlotte, chamada amavelmente de Lotte, uma criaturinha doce, que cuida dos irmãos menores desde que a mãe faleceu e que está noiva.

Este passa então a ser o maior tormento de Werther, amá-la e não ter certeza se o amor é recíproco, e mesmo que fosse, Lotte como moça honrada, jamais trairia seu noivo.

E então este, entra também na história, e sua forma de ser reservada, forma um contraponto radical com a exuberância de Werther. E isto acaba aproximando-os, entrelaçando esses três personagens num triângulo amoroso, de honra e amizade.

Werther sofre, tenta outras alternativas, tenta conter sua paixão, mas a imagem de Lotte não o abandona, e qual seria seu fim se não padecer de amor?

É um livro gostoso de ler, os arroubos da paixão de Werther são deliciosos, quase desejáveis que sejam destinados á nossa humilde pessoa, imagina-se, como seria ser ,receptáculo de tamanha diversidade de carícias, de paixão, ser a musa que obriga um rapaz a escrever deliciosas cartas, recheadas de declarações entremeadas de uma paixão doce, e totalmente honesta.

As descrições de Werther de sua paixão é tão arrebatadora quanto terna. E Werther padece de amor, padece de loucura, padece por saber que ainda que haja amor entre eles, a vida os colocou tão distantes seus corações, quanto colocou suas almas juntas.

“ E quando me perguntam se ela me agrada? Agrada! Odeio esta palavra até a morte. Que tipo de pessoa é essa a quem Lotte agrada e a quem ela não tenha preenchido todos os sentidos e todos os sentimentos”

"Sabe Deus quantas vezes vou para a cama com o desejo, sim, com a esperança de nunca mais acordar” E de manhã abor os olhos, torno a ver o sol e sinto-me um desgraçado” 

“Tudo isso é efêmero, mas nem mesmo a eternidade pode extinguir a vida ardorosa que ontem gozei em seus lábios e que ainda sinto em mim! Ela me ama! Este braço enlaçou-a, estes lábios tremeram sobre os seus lábios, esta boca balbuciou sobre a dela. Ela é minha! Sim, Lotte, para sempre...”

Se tornou um dos meus livros favoritos, com certeza.
Recomendo muito!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tatuagem Literária: Alice no País das Maravilhas

Mais uma coletânea de tatuagens maravilhosas, difícil escolher a mais bela, mas com certeza a mais impressionante é a última, uma paisagem inteira nas costas. Amei *___*. Mas não teria coragem, pelo menos ainda não, rsrs
Alice é uma personagem lindinha, tão fofa quanto forte. Quer dizer eu acho, já que só conheço as versões cinematográficas, preciso criar vergonha e ler essa obra prima, prometo que esse ano, eu quito esse débito com a literatura mundial. Palavra de escoteira.
E aí, vamos as tatoos:


Via: Pinterest